
Nenhuma delas fitou-me o ventre como se estivesse diante de algo fascinante.
Nenhuma delas me deu a mão para que fôssemos caminhar a beira-mar.
Nenhuma delas dançou comigo, em nossas madrugadas insones,
Nenhuma delas traz um homem de Neanderthal por trás da fachada.
Nenhuma delas desbravou locais dantes intocáveis.
Nenhuma delas amou minha alma, tão somente a carne era o desejo,
Dedicar-me-ei a este ser que pôs o sorriso em um semblante há muito escorraçado.


















